sexta-feira, 27 de junho de 2008

ACONTECEU DE NOVO


Mais uma vez, o poder judiciário brasileiro mostra de que lado está. E novamente botou uma fita na boca do governador do Paraná, Roberto Requião. A rede Globo do Paraná, que atende pelo nome de "RPC", junto a outros meio de comunicação, move uma constante campanha contra o governador, desde que esse decidiu abertamente atacá-los. De que forma? Simplesmente cortando a verba publicitária do governo. Parou de anunciar!
Essa semana, um juiz do TRF decidiu revogar uma decisão do governador que tinha expulso agentes penitenciários envolvidos em esquema de corrupção e maus tratos à presos. O juiz mandou reintegrá-los! Isso não é estranho ao judiciário brasileiro, pois o próprio presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, disse essa semana que, chegando ao Brasil, Salvatore Cacciolla (caso realmente se confirme a sua extradição de Mônaco para cá) poderá pedir habeas corpus para não ser preso. Ou seja, mais uma vez revelou o que sempre soubemos: "O Judiciário no Brasil só serve aos ricos".

Obs: vale a pergunta: qual a relação do judiciário do Paraná com a rede Globo?

Clique aqui para ler mais sobre a censura ao governador do Paraná

Clique aqui para ler o discurso de posse de Requião


Um comentário:

  1. Desculpe, eu não vi nenhum comentário sobre a eleição do irmão do Governador para Conselheiro do Tribunal de Contas. Com salário de 21 mil Reais além de cargo vitalício. E, pela Lei, como ele não pode exercer o cargo enquanto tiver algum parante ocupando cargo público, isso significa dizer que terá que ficar de licensa, remnuerada, até o Requião não ocupar mais cargo. O que quer dizer que, caso o Requião seja eleito Senador o irmão dele vai ficar vários anos recebendo sem trabalhar. Eu poderia até achar correta a postura de Requião em enfrentar grandes grupos de comunicação que devendem interesses próprios, mas o problema é que o Requião faz isso defendendo os seus interesses próprios, não da população paranaense. E se ele faz isso, é com certeza igual ou pior que esses grupos que dominam os meios de comunicação.

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